segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Compartilhando experiências sobre currículo, projetos e tecnologias

Relato a partir de uma experiência com projeto usando tecnologias no currículo

Desenvolver o projeto na sala de aula fazendo uso de tecnologias foi um fator importante para a escola a qual trabalho, pois a mesma apresenta um currículo excludente quanto as TIC’s por está desprovida de tais recursos, é claro que a mesma não é de toda excludente, as vezes é utilizado os recursos disponíveis como a televisão e aparelho de Dvd. Foi motivador sair com os alunos da sala de aula e também da escola para uso de computadores em um Tele Centro local, o projeto iniciou na sala de aula com recursos do cotidiano, saiu da sala para recursos tecnológicos e finaliza no ambiente escolar contextualizando os elementos encontrados em um e em outro ambiente.
Acessar o Portal do Professor e navegar pelos espaços de interação e colaboração foi positivo, teria sido melhor, se o mesmo estivesse aberto para a real interação e colaboração nesse espaço.
Sendo assim, como retrata o texto “A tecnologia é uma estratégia” de Bento Duarte da Silva, “A máquina apresenta-se como um objeto concreto, um instrumento, certamente produto da técnica e que necessita dela para sua concepção, produção e utilização. A técnica é, pois, uma forma humana de fazer, implica uma metodologia operacional controlada, o saber fazer com conhecimento de causa”. O que perspicaz todo o trabalho com projetos em sala de aula e que se ainda não faz parte do currículo de uma escola, esta está totalmente desdizendo o que prega em sua missão, que na maioria das vezes é tida como a participação ativa dos alunos em todo o processo ensino-aprendizagem e a sua formação crítica para uma cidadania mais justa.

Conceito de currículo e o processo de integração de tecnologias ao currículo

Primeiramente, para falar de currículo é preciso entender o que significa o termo “currículo”. Segundo o dicionário Aurélio online, o termo significa: Curso, Parte de um curso literário, As matérias de um curso. Neste sentido, o termo é usado com vários sentidos e várias definições têm sido apresentadas, muitos consideram currículo apenas como a grade curricular, ou seja, a divisão em disciplinas e os conteúdos trabalhados por elas. Mas currículo vem ser mais que isso, a concepção de currículo que se enfoca está vinculado a escola na busca constante de auxílios as crianças e jovens a se tornarem adultos autônomos e capazes de enfrentar as lutas sociais, objetivando a construção de uma sociedade justa e fraterna. Isso não significa que perdemos a noção do papel da escola na sociedade de classes, porém acreditamos que devemos aproveitar a escola e o currículo como espaços privilegiados da disputa ideológica.
Sendo assim, o uso de tecnologias nas atividades de distintas naturezas dentro de um currículo escolar provoca avanços na ciência e nos conhecimentos que exigem a abertura da escola aos acontecimentos e sua integração aos diferentes espaços de produção do saber, o que implica em flexibilidade do currículo que passa a ter uma visão mais ampla e integradora entre os conhecimentos sistematizados e aceitos socialmente e os conhecimentos que emergem no contexto, na vida das pessoas, nas diferentes linguagens de comunicação que fazem parte da cultura.
Diante do exposto, a integração das tecnologias no desenvolvimento do currículo pode partir desde a sua elaboração, na edição do mesmo, porém, por se tratar de um plano que está relacionado a realidade da escola, é preciso observar se a escola dá suporte para a execução deste currículo, e então só será possível a efetivação das tecnologias do currículo se a escola tiver um suporte com recursos tecnológicos viáveis e satisfatórios para o uso de professores e alunos.
“A pedagogia de projeto deve permitir que o aluno aprenda-fazendo e reconheça a própria autoria naquilo que produz por meio de questões de investigação que lhe impulsionam a contextualizar conceitos já conhecidos e descobrir outros que emergem durante o desenvolvimento do projeto” (Prado, 2005).
Neste sentido, a ideia de projeto envolve a antecipação de algo desejável que ainda não foi realizado, a construção própria do ser humano que se concretiza a partir de um passo inicial e de um conjunto de atividades que produz um movimento no sentido de buscar no futuro uma nova situação que responda às suas indagações ou caminhe no sentido de melhor compreendê-las. Durante o desenvolvimento do projeto, o aluno tem a oportunidade de contextualizar conceitos e estratégias, bem como estabelecer relações significativas entre as várias áreas de conhecimentos.

Projetos de trabalho em sala de aula com a integração de tecnologias ao Currículo

Componente Curricular: Matemática/ Literatura Infantil/ Artes.
Conteúdo: Formas geométricas
Ano de ensino: 3º ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Tema: Conhecer algumas formas geométricas.
Tempo de duração: 4 a 5 aulas
Objetivo:
􀂃 Diferenciar as formas geométricas;
􀂃 Despertar gosto e prazer pela leitura;
􀂃 Adquirir o senso de organização e de orientação espacial;
􀂃 Desenvolver a coordenação viso-motora;
􀂃 Estimular e desenvolver o raciocínio e a criatividade;
􀂃 Despertar a sensibilidade pela observação das formas geométricas na natureza, nas artes e nas edificações;
􀂃 Produzir textos orais e escritos a partir da elaboração de desenhos utilizando as formas geométricas;
􀂃 Trabalhar a diversidade de cores existentes na natureza;
􀂃 Compor e decompor figuras geométricas;
􀂃 Respeitar regras;
􀂃 Dimensionar os espaços, percebendo relações de tamanho e forma;
􀂃 Distinguir a relação existente entre construir e representar as formas.
Material:
Folha chamex, lápis, borracha, computadores, pranchetas.
Conhecimento prévio:
Reconhecer algumas formas geométricas, assim como saber algumas diferenças entre elas.
Atividade motivacional:
Levar os alunos ao laboratório de Informática.
Encaminhamento metodológico:
Primeiramente, relatar aos alunos que eles irão trabalhar com formas geométricas.
No Laboratório de Informática, apresentar aos alunos no Power Point a apresentação do Livro: As três partes. Após a apresentação do livro pelo computador apresentei o livro impresso, exploramos a capa, ilustrador, título, editora, autora, etc.
Contar novamente a história das três partes para que as crianças interagissem com a história apresentada munidos com as três partes adquiridas (1 trapézio e 2 triângulos feitos em papel cartão). À medida em que a história é contada as três partes vão se transformando em objetos, animais, figuras e assim as crianças podiam ir montando também no chão. Eles adoraram.
Em duplas, no computador, pedi aos alunos que desenhem com a ajuda da ferramenta auto-formas as três partes apresentadas e com a caixa de cores pintem de acordo com as cores indicadas.
Logo em seguida, pedi que montem objetos, animais, figuras que lembrem e que foram apresentadas pelo livro.
A seguir, fazer uma Brincadeira de esconde-esconde com as três partes salvas, utilizando o mouse para clicar e selecionar e a tecla Del fazendo-as desaparecer (esconder) e aparecer (a partir da barra de ferramenta desfazer).
Em outra aula, abrir o Word em um telão para mostrar algumas formas aos alunos.


Exponha as formas geométricas para que os alunos relatem as diferenças encontradas.
Depois, cada dupla de alunos, no seu computador, deverão escrever essas diferenças, inserindo a forma ao lado da descrição.
Em seguida, montar alguma imagem utilizando as figuras geométricas, por exemplo, uma casa.

Salvar as produções e apresentar em outra aula para a turma. Outra possibilidade é você trabalhar as formas geométricas com seus alunos no PAINT. Eles devem elaborar e pintar as formas geométricas; depois, construir um cenário usando as formas geométricas e produzir um texto no word.
Em seguida, os alunos deverão contar a história que fizeram para esta paisagem, digitando no Word os textos que serão produzidos e sob a orientação do professor receberem ajuda quanto a parágrafos, normas gramaticais, pontuações, letra maiúscula inicial...
Avaliação:
Encontre, no interior da escola, objetos que tenham as formas geométricas trabalhadas no laboratório de Informática.
Escreva o nome do objeto e a forma encontrada ao lado.
Exemplo: quadro de giz – forma geométrica: retângulo.

Esta avaliação será mediada pela participação e envolvimento dos alunos nos trabalhos realizados e construídos em sala e no Laboratório de Informática.

Experiências com a integração de tecnologias ao currículo

Como podemos observar nós socializamos o mesmo projeto trabalhado na escola, foi uma mera coincidência, pois cada uma fez sua atividade 3 individualmente, mas podemos constatar que esta foi uma atividade trabalhada em sala que envolve muito os alunos e que está totalmente vinculada aos conteúdos de ciências do 1º ao 5º ano e por se tratar também de um tema relacionado aos temas transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais. O único fator que não atende a demanda do curso é que infelizmente este projeto pouco utilizou mídias e tecnologias na sua execução, fazendo uso apenas da Televisão e Dvd com exposição de vídeos relacionados ao tema.
Tivemos como principais objetivos da atividade os seguintes: Informar e conscientizar os discentes quanto ao manuseio e importância do solo como fonte de sustentabilidade; Indagar os alunos a transmitirem as informações para a comunidade; Resgatar a importância dos pequenos produtores rurais na agricultura familiar; Compreender a agricultura como meio empregatício e que gera fonte de renda; Propiciar as crianças a um contato maior com a natureza; Humanizar as relações da criança com o ambiente por meio deste contato; e Apresentar às crianças todo o processo pelo qual o alimento passa desde o plantio até a mesa.
Em relação à duração da atividade a mesma teve como duração mais ou menos um mês com atividades trabalhadas com alunos, pois a principal atitude e conhecimentos que se queira acrescentar nos alunos é a de favorecê-lo o reconhecimento de fatores que produzam real bem-estar; ajudá-lo a desenvolver um espírito de crítica às induções ao consumismo e o senso de responsabilidade e solidariedade no uso dos bens comuns e recursos naturais, de modo a respeitar o ambiente e as pessoas de sua comunidade. A responsabilidade e a solidariedade devem se expressar desde a relação entre as pessoas com seu meio, até as relações entre povos e nações, passando pelas relações sociais, econômicas e culturais. O convívio escolar será um fator determinante para a aprendizagem de valores e atitudes e quanto aos procedimentos utilizados foi necessário saber se eram adequados e acessíveis, pois os procedimentos pra a execução do projeto são indispensáveis para o desenvolvimento das capacidades ligadas à participação, à co-responsabilidade e à solidariedade.

Socializando uma experiência com projeto em sala de aula

O trabalho com projetos rico e amplo e traz grandes benefícios na sala de aula, apesar de muitas vezes haver receio por parte da maioria dos professores, eu como educadora já vivi várias experiências onde trabalho com projetos teve diversos e satisfatórios resultados.
O projeto que irei apresentar tem como tema: Campo-Cidade, uma parceria indispensável, atendendo estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e envolvendo os componentes curriculares de forma interdisciplinar.
Infelizmente, durante minha prática não participei de nenhum projeto que envolvesse os alunos com as novas tecnologias, principalmente devido a falta de recursos presentes na escola, mas espero que nos adequamos e que torne possível esta prática.
02 – PROBLEMATIZAÇÃO
A desvalorização do campo pelos seus egressos e populações urbanísticas e o preconceito existente pelos mesmos.
03 – JUSTIFICATIVA
Sabemos que as crianças em geral, atualmente gastam grande parte do seu tempo em frente à televisão, computador, vídeo game. Sem negar a importância de tais atividades, ressaltamos que paralelamente há uma grande necessidade de levar ao conhecimento das crianças o prazer do contato com o campo. Uma vez que, as atividades do campo, como por exemplo a horta levam a criança a observar as fases de desenvolvimento das hortaliças, técnicas mais simples de plantio e colheita além de conhecer e acompanhar a vida e movimentação de pequenos animais que habitam esse espaço.
Essas atividades fazem a criança descobrir o prazer de mexer na terra e a satisfação de ingerir alimentos dos quais participaram ativamente do processo plantio/cuidados/ colheita. Esse trabalho tem por finalidade humanizar as relações das crianças da cidade com a vida no campo e consequentemente com a natureza, ampliando suas experiências e conhecimentos sobre ela, já que muitas vezes estas relações se limitam às telas da televisão e do computador.

04 – OBJETIVOS
GERAIS
 Conhecer e valorizar os aspectos do campo integrado à cidade no desenvolvimento da sociedade.
ESPECÍFICOS
 Informar e conscientizar os discentes quanto ao manuseio e importância do solo como fonte de sustentabilidade;
 Indagar os alunos a transmitirem as informações para a comunidade;
 Resgatar a importância dos pequenos produtores rurais na agricultura familiar;
 Compreender a agricultura como meio empregatício e que gera fonte de renda;
 Propiciar as crianças a um contato maior com a natureza;
 Humanizar as relações da criança com o ambiente por meio deste contato;
 Apresentar às crianças todo o processo pelo qual o alimento passa desde o plantio até a mesa;
 Incentivar a criação de hortas e plantas frutíferas.
05 – METODOLOGIA
O projeto será desenvolvido em oito momentos, os quais serão descritos a seguir:
1º momento:
Abertura do projeto no pátio da escola com a Proclamação do Hino Nacional, breve explanação sobre o tema e apresentação do vídeo semeando. Posteriormente será apresentada uma peça teatral pelas professoras apresentando os personagens do Programa Semeando. A seguir será cantado o hino do Semeando, apresentação da música Simplicidade do grupo musical Pato Fu e para finalizar este momento foi entregue aos alunos os livrinhos do Semeando.
2º momento
Desenvolvimento das atividades propostas pelo programa Semeando, interagindo-as com atividades extras (recortes, colagens, pesquisas, pinturas e produção textuais).
3º momento
Passeio de campo a propriedade agrícola com observação de técnicas de manejo e entrevistas com técnico e proprietário.
Desenvolver um relatório coletivo a partir das observações e entrevistas realizadas.
4º Momento:
Confecção de objetos reutilizando materiais recicláveis e observando a importância da matéria-prima vinda do campo para a construção dos objetos.
5º Momento:
Criação de uma horta e instruções de como criá-la; técnicas de manejar o solo,
Plantação de sementes em material reciclável.
6º Momento:
Auditório com apresentações, resgatando a cultura popular.
Elaboração dos trabalhos final (Desenho e Redação para serem encaminhados ao Senar Minas).
7º Momento:
Culminância
Desfile com mobilização da sociedade, resgatando a valorização do campo em relação à cidade;
Feira cultural com artesanatos e comidas típicas regionais.
Envio dos trabalhos ao Senar Minas.
06 – CRONOGRAMA DO PROJETO
Atividade Responsável (eis) Data/Período
Formulação do
Projeto
Supervisora e Professores 27/08/2010
Coleta de Dados Supervisora e Professores 25 e 26/08/2010
Reunião de
Apresentação do
Projeto
Supervisora 31/08/2010
Período de
Divulgação
Supervisora e professores 1ª semana de setembro
Desenvolvimento das atividades propostas no projeto Professores, Supervisora e Diretora 08/09/2010 a 02/10/2010
Fechamento com Desfile pela cidade Professores, Supervisora e Diretora 02/10/2010
Avaliação e Relatório Final Professores, Supervisora e Diretora 04/10/2010
07 – CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
ATIVIDADE RESPONSAVEL(EIS) INICIO FIM

Abertura Professores, Supervisora e Diretora 08/09/2010 - 07:00 07:50
Desenvolvimento das atividades em sala Professores 09/09/2010 02/10/2010/2010
Passeio de Campo Professores, Supervisora e Diretora 14/09/2010 14/09/2010
Reciclagem Professores 16/09/2010 26/09/2010
Criação de Hortas Professores, Supervisora, Diretora e alunos 20/09/2010 01/10/2010
Auditório Professores, Supervisora, Diretora e alunos 23/09/2010 23/09/2010
Elaboração dos trabalhos finais Alunos 27/09/2010 27/09/2010
Culminância: Desfile Professores, Supervisora, Diretora e alunos 02/10/2010 02/10/2010

Blocos para o Desfile:

Turma Tema
2º ano Monteiro Lobato Árvores
3º ano Maurício de Souza Padroeiro
3º ano Cecília Meireles Frutos da terra/Avental
4º ano Pedro bandeira Ferramentas
4º ano Vinícius de Moraes Roupas Culturais
4º ano Ana Maria Machado Sacolas/Embornais/Avental
5º ano Ruth Rocha Mudas/Avental branco/Bandeiras

Seleção e Envio dos trabalhos Professores, Supervisora e Diretora 29/09/2010 04/10/2010
08 - ESTRUTURA DE CUSTO
MATERIAL/SERVIÇO QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL

Camisetas 10 12,00 120,00
TNT 30(m) 1,00 30,00
Papel cartão 5 0,75 3,75
Eva 15 folhas 2,50 12,50
Faixas 9 20,00 270,00
Fantasia Torrãozinho 1 30,00 30,00
VALOR TOTAL 466,25

Outros recursos materiais:
 Som;
 Data show;
 Câmera digital;
 Microfones;
 Carro de Som;
 Papel, lápis, lápis de cor, tinta guache e outros.
Recursos humanos:
 Professores;
 Supervisor Pedagógico;
 Diretor;
 Aluno;
 Secretaria de Educação;
 Ajudantes de Serviços Gerais.
09 – AVALIAÇÃO DO PROJETO
“Os que semeiam com lágrimas, ceifarão com alegria.” (Salmos: 126:5)
Espera-se que a partir do projeto, a comunidade tenha consciência da importância do campo na vida da cidade e vice e versa, esta acontecerá mediante as atividades desenvolvidas viabilizando o empenho de todos.
10 – TUTORES DO PROJETO
Professores do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental da E. M. Guilhermino José Pereira, turno Matutino e Supervisora Pedagógica.

Pensando sobre as mudanças possíveis

O uso das novas tecnologias no processo ensino - aprendizagem é sumariamente importante, pois na atualidade cada vez mais estamos em contato e dependemos destes recursos, o uso dos computadores e Internet nas atividades curriculares já é de grande valia, pois é algo que faz parte do nosso cotidiano, mas sabe-se que antes de tudo é preciso adequar as escolas nessa realidade, depois capacitar profissionais e por em prática como um recurso para toda e qualquer aula, pois estes promovem uma dinamização da aula, a inserção de conteúdos novos além de estimular mais a curiosidade do aluno.
Diante disto, o docente passará por algumas mudanças principalmente na sua atuação, uma vez que as tecnologias é hoje o atrativo e diferencial para motivar os alunos, por isso é necessário a reciclagem para a adequação de mais uma ferramenta de trabalho. A seguir é necessário dosar, acompanhar, monitorar os alunos quanto a utilização desses recursos.
Quanto a aprendizagem do aluno, o diferencial está na possibilidade da abertura de novos conteúdos e além disso a possibilidade de estimular mais o interesse do aluno.
Para essa adequação será precisa a criação de estratégias para incluir as novas mídias tecnológicas à educação e utilizar destes não como algo pronto mas algo desafiador e instigante sendo uma ferramenta que contribua para o crescimento mútuo.

EXECUÇÃO DA ATIVIDADE PLANEJADA

TEMA: Desenvolvimento sustentável
Ao executar a atividade, por se tratar de uma turma de 9º ano do Ensino Fundamental, percebemos que os alunos tiveram um bom desempenho quanto ao conteúdo, que apesar de ser um componente curricular foi uma aula de conscientização quanto aos aspectos ambientais.
Desenvolver esta aula foi muito enriquecedora, primeiro porque os alunos têm ampla bagagem sobre o assunto que após apresentar o vídeo, os mesmos tomaram a iniciativa na explanação do assunto, e também com o uso das mídias foi possível fazer uma comparação da nossa realidade com os acontecimentos do mundo.
Falar sobre o tema Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável é algo rotineiro nas Escolas, mas utilizar os recursos tecnológicos para discorrer esse assunto fez com que a aula ganhasse um brilho a mais, sabemos que é difícil prender a atenção dos alunos, principalmente nessa fase, portanto, o uso do laboratório de informática foi importante para a execução desta aula.
Esta foi uma aula muito interessante, como já dissemos, mas para que tenha eficiência é necessário que os alunos e professores tenham um conhecimento prévio sobre informática, que saibam pelo menos o básico, ou então, ao invés de utilizar o laboratório de informática, apresentar o vídeo em data show ou televisão, se possível, de forma que todos assistam e depois discutam o assunto.
Meio ambiente e Sustentabilidade, é um conteúdo envolvente e que pode englobar toda a escola, se transformando em um extenso projeto, pois é um tema que pode ser trabalhado com todas as disciplinas sejam elas: Português, Matemática, Geografia, História, Ciências, Artes, Ed. Física, sendo assim, é possível ser retratado de várias formas, com ou sem recursos tecnológicos e ser adaptada aos 4º e 5º anos dos anos iniciais e todas as séries dos anos finais.

Planejando uma atividade usando mídias digitais

TEMA: Desenvolvimento sustentável
Modalidade de Ensino: Anos Finais do Ensino Fundamental

Componente Curricular: Ciências

Objetivos
Possibilitar a reflexão sobre hábitos ecologicamente corretos para um desenvolvimento sustentável.

Metodologia
• Apresentar o vídeo para a turma,
• Fazer uma exploração oral,
• Ambientalizar questionários com perguntas a respeito do tema,
• Pesquisar na internet algo que contribua no trabalho,
• Pedir que os alunos a partir das respostas, criem um texto sobre a importância do meio ambiente para a vida.
Recursos:
• Vídeo (extraído do Portal do professor) http://www.youtube.com/watch?v=qMKvDbnqZBw
• Internet
Descrição
O vídeo apresenta dados sobre devastação ambiental e conseqüências positivas ao meio ambiente quando atitudes ecologicamente conscientes são tomadas.

Avaliação
Espera-se que os alunos se conscientizem do que vem acontecendo com o Planeta, principalmente com a Amazônia e que sejam pessoas que lutem a favor da natureza.

EXECUÇÃO DA ATIVIDADE PLANEJADA

TEMA: Desenvolvimento sustentável

Ao executar a atividade, por se tratar de uma turma de 9º ano do Ensino Fundamental, percebemos que os alunos tiveram um bom desempenho quanto ao conteúdo, que apesar de ser um componente curricular foi uma aula de conscientização quanto aos aspectos ambientais.
Desenvolver esta aula foi muito enriquecedora, primeiro porque os alunos têm ampla bagagem sobre o assunto que após apresentar o vídeo, os mesmos tomaram a iniciativa na explanação do assunto, e também com o uso das mídias foi possível fazer uma comparação da nossa realidade com os acontecimentos do mundo.
Falar sobre o tema Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável é algo rotineiro nas Escolas, mas utilizar os recursos tecnológicos para discorrer esse assunto fez com que a aula ganhasse um brilho a mais, sabemos que é difícil prender a atenção dos alunos, principalmente nessa fase, portanto, o uso do laboratório de informática foi importante para a execução desta aula.
Esta foi uma aula muito interessante, como já dissemos, mas para que tenha eficiência é necessário que os alunos e professores tenham um conhecimento prévio sobre informática, que saibam pelo menos o básico, ou então, ao invés de utilizar o laboratório de informática, apresentar o vídeo em data show ou televisão, se possível, de forma que todos assistam e depois discutam o assunto.
Meio ambiente e Sustentabilidade, é um conteúdo envolvente e que pode englobar toda a escola, se transformando em um extenso projeto, pois é um tema que pode ser trabalhado com todas as disciplinas sejam elas: Português, Matemática, Geografia, História, Ciências, Artes, Ed. Física, sendo assim, é possível ser retratado de várias formas, com ou sem recursos tecnológicos e ser adaptada aos 4º e 5º anos dos anos iniciais e todas as séries dos anos finais.

PRODUTOS E OBJETOS NO PORTAL DO PROFESSOR

TEMA: O balão e a bolha de sabão [Série educando]
Estrutura curricular
Modalidade de Ensino: Ensino Fundamental Final e Ensino Fundamental Inicial
Componente Curricular: Ciências Naturais
Tema: Terra e universo ou Ambiente
Objetivo
Entender porque as bolhas de sabão e os balões flutuam no ar
Descrição
Apresenta vídeo curto sobre a busca da Aninha por entender como as bolhas de sabão e os balões flutuam no ar
Observação
Duração: 1 minuto e 33 segundos
Autor
Paraná. Secretaria de Educação. TV Paulo Freire
Fonte do recurso
Universidade de Brasília (UnB)
Origem
http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/genre.php?genreid=169

Considerações:
Esse é um produto muito interessante que podemos utilizar nas aulas de ciências e de outros componentes curriculares também, mas é perceptível que o próprio vídeo mostra a importância de outros recursos como o uso do livro.
Penso que será muito rico também o uso do experimento e hipertexto nas aulas e o portal do professor nos dá excelentes sugestões de práticas na sala de aula.

Atividade 2.7 – O registro digital da experiência

Tema: A vida de Pedro Bandeira
Público alvo: Alunos do 4° ano do Ensino Fundamental.
Disciplinas envolvidas: Língua Portuguesa e Literatura Infantil
Duração: De 13 a 17 de setembro
Objetivos: Realizar as tarefas propostas mediante informações obtidas através da pesquisa na internet, navegação pelos hipertextos disponibilizados, e criar textos coletivos intercalando uns nos outros. E conhecer a história do autor e suas principais obras e textos, autor este que dá nome da turma.
Metodologia: Trabalho em grupo
1. A primeira tarefa será montar as duplas de trabalho,
2. Escolhida a dupla, os alunos irão pesquisar em casa, lan house ou telecentros, a vida e obra do autor, temas inicialmente separados pela professora,
3. Com as pesquisas feitas, na sala as duplas se unirão e formarão grupos que coletivamente produzirão textos sobre a vida e obra do autor, colocando os sites pesquisados como fonte da pesquisa, uma vez que, serão orientados a anotarem esses dados no ato da pesquisa;
4. Após as produções feitas e analisadas pela professora, utilizando data show e computador na sala de aula, haverá uma produção coletiva de hipertextos em sala intercalando os textos dos grupos
Recursos: Sites, Biblioteca, Data Show e computador.
Avaliação: Observação da participação nas tarefas realizadas e compartilhamento dos conhecimentos adquiridos.

Atividade 2.6

Desenvolver esta aula com os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental foi de grande satisfação, pois os alunos se empenharam nas pesquisas e teve grande participação durante todo o processo. Por se tratar de uma turma com 21 alunos e alguns nunca terem tido contato antes com um computador, foi um impasse na execução da aula. Mas em contrapartida, todos os alunos tiveram grande motivação para fazê-la. Foi percebível, que nas pesquisas os alunos se perderam ao navegar pelos links afora, o que retoma a questão “Navegar a deriva”, por isso foi necessário o auxílio de um adulto para que eles voltassem ao foco do trabalho. Foi muito interessante o trabalho coletivo em sala de aula com o uso do data show, pois foi possível a criação coletiva de forma espontânea e participativa onde todos puderam visualizar como se fazer um trabalho através de hipertextos, mais interessante ainda foi a reação dos alunos mediante tal trabalho com riquíssimas contribuições, todos questionavam e ao mesmo tempo respondiam suas próprias dúvidas e as dos colegas. O trabalho coletivo foi feito através do recurso data show, por motivo de a escola não gozar de um laboratório de informática e deslocar os alunos até o tele centro no momento estava inviável, devido o mesmo ter apenas 10 máquinas e duas estarem quebradas, sendo que o número de alunos por máquina seria 2 a 3. Porém, percebi que o trabalho em sala foi muito enriquecedor e participativo, sendo também que houve uma pesquisa prévia feitas pelos alunos acessando a rede. Esta é uma atividade que pode ser trabalhada também com os alunos do 5º ano e pode envolver a Língua Portuguesa, Literatura e até mesmo história como componentes curriculares envolvidos.
Objetivos de Aprendizagem
Realizar as tarefas propostas mediante informações obtidas através da pesquisa na internet, navegação pelos hipertextos disponibilizados, e criar textos coletivos intercalando uns nos outros. E conhecer a história do autor e suas principais obras e textos, autor este que dá nome da turma.
Ano/ Séries realizáveis: 4º e 5º ano
Pré - requisitos: É necessário que alunos e professor tenham conhecimento e acesso ao editor de textos e internet.

Planejando uma atividade com hipertexto ou Internet

Tema: A vida de Pedro Bandeira
Público alvo: Alunos do 4° ano do Ensino Fundamental.
Duração: De 13 a 17 de setembro
Objetivos: Realizar as tarefas propostas mediante informações obtidas através da pesquisa na internet, navegação pelos hipertextos disponibilizados, e criar textos coletivos intercalando uns nos outros. E conhecer a história do autor e suas principais obras e textos, autor este que dá nome da turma.
Metodologia: Trabalho em grupo
1. A primeira tarefa será montar as duplas de trabalho,
2. Escolhida a dupla, os alunos irão pesquisar em casa, lan house ou telecentros, a vida e obra do autor, temas inicialmente separados pela professora,
3. Com as pesquisas feitas, na sala as duplas se unirão e formarão grupos que coletivamente produzirão textos sobre a vida e obra do autor, colocando os sites pesquisados como fonte da pesquisa, uma vez que, serão orientados a anotarem esses dados no ato da pesquisa;
4. Após as produções feitas e analisadas pela professora, utilizando data show e computador na sala de aula, haverá uma produção coletiva de hipertextos em sala intercalando os textos dos grupos
Recursos: Sites, Biblioteca, Data Show e computador.
Avaliação: Observação da participação nas tarefas realizadas e compartilhamento dos conhecimentos adquiridos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Hipertexto, o que é?

Hipertexto é um texto em formato digital, cujo acesso se dá através de links e tem a função de interconectar os diversos conjuntos de informações que são disponibilizados para o uso da sociedade, que o denomina conforme a sua compreensão, que nem sempre garante fidelidade aos objetivos e motivações de seu autor.
Hipertexto é uma espécie de texto multidimensional em que numa pagina trechos de textos que se intercalam com referencias a outras paginas. Que divide um texto em trechos coerentes e relativamente curtos, facilitando sua organização e compreensão.
O hipertexto tem como objetivo impulsionar o aluno a buscar e a produzir textos. O hipertexto traz como vantagem construção do conhecimento compartilhado através de diversas informações.
Naveguei e encontrei a página com conceitos sobre o que é um hipertexto na Wikipédia e a partir dela fui para outros horizontes conhecendo novas informações, de início fiquei satisfeita por achar uma atividade fácil de ser realizada, observei que se eu quiser posso editar um texto e partir para várias informações e que o sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web.
Ao navegar, a sensação que tenho está descrita no poema Navegação a deriva de Marcus Vinicius Quiroga, pois “quem navega à deriva aprende que há mares dentro do mar à vista profundidade secreta, origem do mundo, poesia escrita cifrada à espera de quem lhe dê sentido”.

A leitura a partir de hipertextos

É muito interessante navegar através da leitura de textos e saber que hipertexto se trata de um texto em formato digital abriu-me os olhos para novos horizontes demonstrando a grande relevância da necessidade dessa interação no cotidiano, uma vez que, a leitura é um dos elementos mais significantes no processo de ensino aprendizagem, neste sentido, aqueles que são capazes de ler, construindo significados a partir de hipertextos, terão mais facilidades na cognição de novos conhecimentos e informações.
De acordo com a teoria de Rudell, Unrau (1994) a leitura é um processo de construção de significados, envolvendo o leitor, o texto e o professor. Sendo assim, em meio as inovações tecnológicas presentes nos dias atuais faz-se necessário que nós educadores estejamos em constantes modificações em nossas posturas e na apresentação dos conteúdos aos alunos. No entanto, é preciso um conhecimento maior por parte daqueles envolvidos no processo educacional, da estrutura desse instrumento.
Outro fator que podemos considerar positivo, com relação ao uso do hipertexto é o interesse que a sua estrutura flexível pode despertar. Pois permite a navegação para diferentes textos, tornando-se interessante e enriquecedora a sua leitura, podendo servir ao leitor como um elemento de esclarecimento de algo que não esteja claro no texto principal. Assim, podemos de a partir de um texto viajar por outros caminhos que se desacortinam ao longo da leitura, o que auxilia em algo que foge um pouco daquele roteiro, motivando o leitor a continuar sua leitura, pois a busca que propõe a isso. Se trata de uma busca com um caminho já demarcado. Mas é interessante que o leitor que viaja através dos links propostos pela leitura do seu texto nunca perca o foco e a ideia principal, pois pode navegar e quando se der conta já se encontrar em outro assunto.

Pesquisando sobre o trabalho com projetos - Pesquisa de Observação

Tema: Projeto Soletrando Municipal
Conteúdos Curriculares envolvidos: Língua Portuguesa
Professores participantes: 28
Número de alunos: 427
Tecnologias e mídias utilizadas:
- Computador e Impressora
- Máquina Fotográfica
- Som
- Microfone
- Dicionário
- Jornal Impresso
Duração: 3 meses
Atitudes dos alunos: Treino da escrita, estímulo ao raciocínio, memória visual e a capacidade de redigir e interpretar textos.


Análise do Projeto:
A partir da pesquisa feita com os professores das Escolas Municipais de Catuti foi relevante o desenvolvimento do projeto, uma vez que o mesmo propiciou o incentivo ao treino da escrita e a técnica de memorização que ainda é a melhor maneira de fazer com que nossos alunos escrevam melhor. Sendo que, o aprimoramento da nossa memória visual é o bom habito da leitura. Neste sentido devemos incentivar o raciocínio e estimular a criatividade, que é a capacidade de redigir e interpretar textos, mas para isso nossos alunos também precisam escrever e falar corretamente, então através de estudo de palavras nossos alunos se motivaram a escrever corretamente.












Pensamento
Se os teus projetos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, educa o povo. (Provérbio chinês)

JUSTIFICATIVA

A escrita faz parte da vida de todos nós seres humanos, desde que se lia, através de símbolos. As letras estão por toda parte, em livros, placas, outdoors, embalagens, e nós como cidadãos temos que estar atentos para ler, interpretar e escrever ortograficamente correto.

A nossa língua Portuguesa é regida pela gramática, cheia de regras que muitas vezes nos confundem pela semelhança de letras, pela quantidade de acentos e outras peculiaridades desta língua.

A escola precisa além de apresentar aos alunos todas estas regras, prepará-los para viver nesta sociedade tão diversificada, para isso é necessário atividades que estimulem o uso correto das palavras, através de leituras, de atividades lúdicas. Foi pensando nisto que preparei uma Gincana de Soletração de palavras, onde será trabalhado todas as regras de maneira divertida e competitiva que é muito instigante para os alunos. Dessa forma, faz se necessário estimular a escrita correta das palavras de forma lúdica e dinâmica.

O Projeto Soletrando vem de encontro com essa necessidade além de ter tido ótima aceitação por parte dos alunos.

PROBLEMATIZAÇÃO: A Deficiência ortográfica

OBJETIVO GERAL:
Incentivar a ampliar o vocabulário através de uma competição saudável.

OBJETIVOS ESPECIFICOS:
Estimular a leitura, a pronúncia e a escrita correta das palavras;
Aprimorar a ortografia e expressão oral;
Despertar o interesse pela Língua Portuguesa baseado no dicionário Aurélio;
Compreender que a Língua Portuguesa nos une através da sua ortografia;
Inteirar uns com os outros e exercitar a decodificação;
Escrever de acordo com o nosso sistema ortográfico vigente;
Aumentar o vocabulário;
Despertar o incentivo pela escrita correta;
Respeitar as falas regionais;
Compreender o significado das palavras e sua morfologia;
Fazer com que os alunos tenham mais facilidade na grafia correta das palavras.


METODOLOGIA - CRONOGRAMA - AVALIAÇÃO

A grafia das palavras na Língua Portuguesa não é muito simples e precisamos de muito estudo para memorizá-la e entende-la. O incentivo ao treino da escrita e memorização ainda é a melhor maneira de fazer com que nossos alunos escrevam melhor.

Nossas dúvidas só aparecem quando as palavras são desconhecidas, pouco usadas ou mal escritas. Palavras conhecidas não nos fazem perder tempo. O que nos faz saber ortografia é a nossa memória visual, que é tão maior quanto mais lemos. O que aprimora a nossa memória visual é o bom habito da leitura.

Existe uma crítica que todos nós fazemos ao velho sistema de ensino, onde tudo se resumia em decoreba. Concordamos com aqueles que afirmam que decorar não é ensino. É lógico que devemos incentivar o raciocínio e estimular a criatividade, que é a capacidade de redigir e interpretar textos, mas para isso nossos alunos também precisam escrever e falar corretamente, então através de estudo de palavras nossos alunos se motivará a escrever corretamente, sem perceber tal complexidade, pois estão brincando, competindo para melhor exercer seu papel de aluno com competências e habilidades dentro da Língua Portuguesa.

Explicar aos alunos as regras do jogo.
Usaremos as Novas Regras Gramaticais em Vigência desde o Dia 01/01/2009

REGULAMENTO

1_- Todos os alunos da classe participarão;
2- Será efetuado a matricula para os participantes;
3- A classificação será feita por eliminatória, em rodadas, com três oportunidades no máximo, onde o vencedor do trio passa para a próxima rodada, até chegar a três ou dois participantes.
4- Será premiado o terá 1º, 2º e o 3º lugar geral.
De maio a Julho, acontecerá na sala de aula, o projeto Soletrando. Cada professor das turmas irá organizar e aplicar as questões, envolvendo a ortografia de palavras, partindo das dificuldades ortográficas dos alunos.
Para a final, as palavras serão selecionadas pelos membros da comissão que não atuam em sala de aula.

De cada turma, haverá um finalista que participará da final, no mês de julho.
Os alunos selecionados em cada turma serão divididos por categorias:
Categoria 1: 1º ano
Categoria 2: 2º ano
Categoria 3: 3º ano
Categoria 4: 4º ano
Categoria 5: 5º ano

De cada categoria sairá um finalista que disputará a final.
Serão convidadas duas pessoas para auxiliar os alunos na final.
Ex.: Definição da palavra e aplicação da mesma em uma frase.






O soletrando será dividido em três etapas:
1. Em sala de aula, ir eliminando gradativamente até ficar somente um aluno.
2. Representante de cada sala em suas respectivas escolas.
3. em local definido realizar a 3ª etapa, onde será escola X escola (Julho – provavelmente no dia 25/06/2010, local a definir) Representante de cada série por escola.

Regras do jogo

1.Fala-se a palavra.

2.O aluno repete a palavra dita.

3.Em seguida soletra.

4.Repete novamente a palavra, indicando que terminou a soletração.

5.Se o aluno errar alguma letra, acento, ou qualquer outro sinal gráfico como cedilha, hífen, etc., a soletração será considerada errada.

06. Depois de iniciada a soletração é proíbido corrigir qualquer letra.
O aluno pode até recomeçar a soletração, mas não pode mudar a ordem de nenhuma letra que já tenha dito.

6.As palavras escolhidas devem ser divididas em três níveis de dificuldades: fácil, intermediário e difícil.

7.Antes de começar a soletração o aluno pode pedir os seguintes benefícios:

a) Sinônimo da palavra
b) Aplicação da palavra numa frase.

CRONOGRAMA: Abertura do projeto:
Catuti - 27/05/2010 ás 15:00h
Malhadinha - 28/05/2010 ás 15:00h

Obs: Neste dia explicar sobre a execução do projeto nas escolas, divulgar, fazer inscrições e entregar o primeiro banco de palavras aos participantes.

1ª etapa (Sala de aula)

Período: 07/06 á 11/06
Obs: para os classificados na primeira etapa, entregar outro banco de palavras para estudar para a segunda etapa.


2ª etapa
Catuti: Escola Municipal Guilhermino José Pereira
Dia: 17/06/2010
Horário: á confirmar

Categorias: (Escola geral)



1º ano de Luciene X 1º ano de Meri Josiane

2º ano de Marilúcia X 2º ano de Antonia de Lourdes;

3º ano de Alessandra X 3º ano de Iracema Cardoso;

4º ano de Márcia X 4º ano de Lucimar X 4º ano de Elza Maria;

5º ano de Elizete X 5º ano de Elizete.


2ª etapa

Malhadinha: Escola Municipal José Barbosa de Oliveira
Dia: 18/06/2010
Horário: á confirmar
Categorias: ( Escola geral)

1º ano de Nancy X 1º ano de Nancy;

2º ano de Ana Edna X 2º ano de Ana Edna;

3º ano de Maria Lecy X 3º ano de Maria Lecy;

4º ano de Maria Marta X 4º ano de Jenilza;

5º ano de Ivone X 5º ano de Ivone.

Obs: para os classificados na segunda etapa, entregar outro banco de palavras para estudar para a terceira etapa.


2ª etapa

Malhadinha: Escola Municipal Antonino Catulé
Dia: 18/06/2010
Horário: á confirmar
Categorias: ( Escola geral)

2º ano X 2º ano;

3º ano X 3º ano;

4º ano X 4º ano;


Obs: para os classificados na segunda etapa, entregar outro banco de palavras para estudar para a terceira etapa.

2ª etapa

Malhadinha: Escola Municipal Dom Jaime Câmara
Dia: 18/06/2010
Horário: á confirmar
Categorias: (Escola geral)
1º ano X 1º ano;

2º ano X 2º ano;

3º ano X 3º ano;

4º ano X 4º ano;

5º ano X 5º ano;


Obs: para os classificados na segunda etapa, entregar outro banco de palavras para estudar para a terceira etapa.

2ª etapa

Malhadinha: Escola Municipal Prefeito Hermínio Fernandes Silveira
Dia: 18/06/2010
Horário: á confirmar
Categorias: (Escola geral)
1º ano X 1º ano;

2º ano X 2º ano;

4º ano X 4º ano;

5º ano X 5º ano;


Obs: para os classificados na segunda etapa, entregar outro banco de palavras para estudar para a terceira etapa.


3ª etapa (Catuti)

Escola M. José Barbosa de Oliveira x Escola M. Guilhermino José Pereira x demais escolas municipais.
Dia: 25/06/2010
Horário e local: a confirmar

Categorias: (Escola X Escola)

1º ano de Catuti X 1º ano de Malhadinha X 1º ano das demais escolas municipais;

2º ano de Catuti X 2º ano de Malhadinha X 2º ano das demais escolas municipais;

3º ano de Catuti X 3º ano de Malhadinha X 3º ano das demais escolas municipais;

4º ano de Catuti X 4º ano de Malhadinha X 4º ano das demais escolas municipais;

5º ano de Catuti X 5º ano de Malhadinha X 5º ano das demais escolas municipais;

Obs: Os alunos desclassificados nesta etapa receberam um brinde surpresa.

Obs: Os alunos classificados para a etapa seguinte receberam outro banco de palavras e camiseta do soletrando Municipal/2010.


Etapa Final: (Catuti)

Dia: 09/07/2010

Horário e local: a confirmar
Categorias: Aluno X Aluno

Nesta categoria teremos apenas um finalista que receberá o premio de primeiro lugar no Soletrando Municipal /2010.

Premiação:

1º Lugar: -----------------------------------------------------------------+ Certificado de participação;

2º Lugar: -----------------------------------------------------------------+ Certificado de participação;

3º Lugar: -----------------------------------------------------------------+ Certificado de participação;

Obs:. E os demais receberam medalhas de participação.

RECURSOS HUMANOS

- Professores
- Supervisores Pedagógicos
- Alunos

RECURSOS MATERIAIS

- Dicionário
- Banco de palavras
- Máquina Fotográfica
- Som
- Microfone

AVALIAÇÃO:

Com a análise dos resultados obtidos, através de relatório.

“Todo conhecimento começa num sonho. O conhecimento nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não ensina. Brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa: Conte-me seus sonhos para que sonhemos juntos”.
(Rubem Alves)

ENSINAR E APRENDER COM AS MÍDIAS DIGITAIS


Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=ktCZ6vXcw
Ao assistir o vídeo "Olhando para uma prática do professor com o uso da tecnologia" pude perceber a relevância de se utilizar um recurso tecnológico na prática pedagógica, uma vez que este recurso não é fundamental para a prática mas é de grande relevância, sendo que se trata de algo que faz parte do cotidiano dos alunos. Além desse, é apresentado outros recursos como o uso da biblioteca, cartazes, auditórios, que não devem ser descartados da prática e que foi possível perceber que estão sendo esquecidos em nossas escolas, como por exemplo, o uso da biblioteca, onde o fluxo de alunos não é visível no vídeo. É interessante ressaltar que é de suma importância a mediação do professor para toda e qualquer e prática. Pois a participação do mesmo é essencial para a seleção de informações e consolidação dos conhecimentos.

Fichamento: Conhecendo uma experiência

Modalidade de Ensino: Ensino Fundamental Inicial
Componente Curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua escrita, gêneros discursivos
Sugestão de Aula: O email como gênero textual em sala de aula.
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Reconhecer o e-mail com novo meio de comunicação, através do computador, ligado à Internet.
Identificar a sua função social bem como a sua estrutura.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos aproximadamente
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
É importante que o aluno já tenha trabalhado os gêneros textuais bilhetes e cartas e já tenha tido algum contato com o computador.
Estratégias e recursos da aula
Professor: Para o desenvolvimento desta aula faz-se necessário que a escola disponha de computadores para uso dos alunos. Caso não disponha desse instrumento para todos os alunos, deverá dispor de, pelo menos,  um para cada três alunos, para que as atividades sejam realizadas. É indispensável também que o professor tenha conhecimentos básicos de como utilizar o computador e de como se envia e recebe e-mail.
1. Iniciar a aula através da seguinte conversa:
* Recentemente, surgiu um novo meio de comunicação à longa distância, ou seja, o computador. Interligado pela Internet, os computadores permitem a comunicação com qualquer parte do mundo em apenas alguns segundos. Mas é preciso que o destinatário da mensagem também tenha um computador conectado e um endereço eletrônico (e-mail). Pela Internet, portanto, é possível enviar mensagens muito rapidamente. E com mais algumas vantagens: você não precisa sair de casa, nem comprar envelopes e selos como acontece com as cartas.
* Esclarecer aos alunos que o email possui uma estrutura parecida com a da carta: saudação e destinatário, assunto, despedida e assinatura (podendo variar dependendo do grau de formalidade e/ou de quem seja o destinatário). A linguagem é simplificada e varia, igualmente, conforme a situação estabelecida entre os interlocutores. Seus parágrafos costumam ser curtos para uma maior clareza na leitura.
2. Levar os alunos a um computador e orientá-los no seu uso quanto à: acesso à Internet, criar e-mail individual gratuito e exemplificar escrevendo um email.
PROFESSOR: Caso a escola possua o recurso de data show, as orientações e as atividades poderão ser apresentadas para todos os alunos simultaneamente.

3. Após esgotar-se todas as dúvidas, entregar aos alunos uma folha contendo dois ou três modelos de e-mails. Ler os emails e esclarecer as demais dúvidas que surgirem.
SUGESTÃO: Emails com destinatários diversos: para uma autoridade, para um amigo(a), para o professor, para que o aluno observe a diferença na linguagem empregada.
4. A seguir, propor as seguintes atividades.
I - Pedir aos alunos que escrevam um email (numa folha de papel) para o prefeito da cidade, convidando-o para um dado evento na escola;
II - Pedir aos alunos que escrevam um email (numa folha de papel) para um colega de sala de aula , informando-o que tal dia não haverá aula e por qual motivo. 
Professor: É necessário que os alunos observem as diferenças básicas de cada email-texto produzido, comparando a linguagem usada e as diferenças quanto ao conteúdo e à finalidade Só depois de que forem discutidas, compreendidas e apreendidas as questões referentes à funcionalidade desse gênero, os alunos farão a revisão(ões) e reescrita(s).
III - A sugestão de atividades escritas não devem descartar o manuseio do computador, bem como o envio e recebimento de emails para que o aluno durante diversas aulas, tenha contato e se familiarize com esse gênero.
Avaliação
Após a reescrita dos emails propostos o professor avaliará se os alunos:
* reconheceram o gênero textual email como novo meio de comunicação;
* identificaram a função social do email;
* identificaram sua estrutura;
* usaram linguagem e conteúdo adequados à finalidade.

Síntese
Ao analisar a aula, o email como gênero textual em sala de aula, foi possível perceber a grande relevância social que a aula insere na vida dos alunos, uma vez que a aula propicia ao aluno novos conhecimentos, uso correto do correio eletrônico, suas funções sociais e a apresentação de um novo meio de comunicação, mas para isso é necessário que o professor seja mediador em todo o processo, pois é essencial o uso dos recursos tecnológicos, neste caso o computador e a internet. Se trata de uma aula muito interessante, pois envolve os alunos numa realidade na qual os mesmos tem contato cotidianamente em casa ou nas lan houses espelhadas pela cidade. Vejo que além estratégias colocadas para prática na sala de aula principalmente utilizando da visualização, da escrita numa folha de papel e da comparação de diferentes tipos de email formais e informais, seria interessante a criação de um email para a turma, onde este seria o elo entre professor e aluno, propiciando aos mesmos uma inserção no mundo virtual e tornando o realidade no espaço sala de aula. Além disso, será de grande valia para a troca de informações e também a consolidação de um conhecimento novo, sendo que a aula foi apresentada e seria avaliada somente na parte escrita em sala observando se os alunos compreenderam para que serve o email, mais interessante que isso é colocar em prática esta ação. Assim retomo a citação de Almeida e Prado (2005) que afirma que "O uso da tecnologia na escola, quando pautado em princípios
que privilegiam a construção do conhecimento, o aprendizado significativo
e interdisciplinar e humanista, requer dos profissionais novas competências e
atitudes para desenvolver uma pedagogia voltada para a criação de estratégias e
situações de aprendizagem que possam tornar-se significativas para o aprendiz,
sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional."

Josiany Aparecida da Silva Costa

Reflexões a partir de um vídeo, Educação e Tecnologia

“....é necessário repensar a escola e a educação no sentido mais amplo. A escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento” (Dowbor, L., 2001)

Disponível em: http://br.youtube.com/watch?v=szNSCklQnWY

Dando continuidade à fala do professor Dr. Ladislau Dowbor na citação acima retirada do vídeo assistido, tenho mesmo que concordar, pois em tempos de inclusão digital, a escola tem sim de se reorganizar para que se possa não simplesmente trabalhar introdutoriamente com o aluno, mas sim começar a trabalhar metodologias que inclua o novo que se aumenta a cada dia a dia, para que possa formar um jovem mais incluso na realidade da sociedade em que vive. Diante de tantos novos cursos de capacitações privados nas mais diversas áreas de trabalho e inclusão social deve-se repensar a educação introdutória de hoje para que possamos utilizar as tecnologias existentes dentro do âmbito social de cada realidade, sendo esta uma ferramenta para adaptação da metodologia escolar na vida do aluno e também a adaptação de diferentes tipos de alunos como, por exemplo, alunos de diferentes idades e assim visando à inclusão de pessoas da terceira idade na escola.

Ser Professor

Ser professor no contexto atual é estar atento às inovações. É dar continuidade à educação já iniciada, é estar sempre em busca de novas informações para enriquecimento dos conhecimentos. Ser professor hoje é estar em constante formação, uma vez que, o professor no processo educacional não é a figura mais importante, mas é essencial, por isso é necessário que esteja aberto e pronto para acompanhar as inovações, colocando a tecnologia dentro da metodologia do trabalho cotidiano. É preciso os professores repensem a prática e tenham conhecimentos das novas tecnologias da informação e comunicação, pois sabe-se que estas são de uso dos alunos fora da escola e que estes a usam muitas vezes de forma banalizada, pois a mesma tem seus pontos positivos e negativos, por isso é importante que a escola se adéqüe as novas tecnologias de forma que possibilite não só a busca regularizada de informações prontas, mas a criação de hipóteses e a inclusão dos alunos nessa realidade, sendo que o essencial é inserir essas tecnologias dentro da prática pedagógica e não mudar a prática por causa delas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ensinando e aprendendo com as Tic's


Quem sou eu como professor e aprendiz?
Sou alguém que troca experiências, às vezes ensino, às vezes aprendo. Faz parte do meu cotidiano, participar ativamente desse processo ensino aprendizagem. A indagação e a busca do saber constante aguçam a minha prática, por isso é essencial  o trabalho com metodologias diversificadas, porém a falta de recursos no âmbito escolar desmotiva a prática tão cobiçada. A interatividade em sala é o foco norteador de todo o processo, mas para uma eficiência maior, faz-se necessária a participação de toda a comunidade escolar. Estou sempre pronta e aberta a mudanças, por mais difícil que seja, toda mudança acontece na espera de um resultado satisfatório. Por isso, não devemos nos submeter a  simples metodologias tradicionalistas, é preciso estar atento e sempre em formação continuada. Penso que minha prática como professor que é aprendiz é um pouco vazia e ao mesmo tempo saturada, vazia por ter concretizada apenas uma formação inicial e universitária, não tendo oportunidade, apesar de muita vontade de continuar a estudar, a buscar, e saturada, por a rodo momento está ambientalizada por espaços de informação que enriquecem o meu trabalho, procuro o novo que de certo a realidade inserida de forma que não retarde o conhecimento dos alunos e apenas aprimore e motivem os a querer sempre mais, pois vejo que a busca constante é a verdadeira formação que qualquer um envolvido na educação possa ter, seja discente ou docente. Neste sentido, o ideal é que a escola como um todo e eu como profissional me organize para que essa conexão ao mundo digital não seja meramente algo lançado e sim arquivado e que tenha sentido ao cotidiano.