Quem sou eu como professor e aprendiz?
Sou alguém que troca experiências, às vezes ensino, às vezes aprendo. Faz parte do meu cotidiano, participar ativamente desse processo ensino aprendizagem. A indagação e a busca do saber constante aguçam a minha prática, por isso é essencial o trabalho com metodologias diversificadas, porém a falta de recursos no âmbito escolar desmotiva a prática tão cobiçada. A interatividade em sala é o foco norteador de todo o processo, mas para uma eficiência maior, faz-se necessária a participação de toda a comunidade escolar. Estou sempre pronta e aberta a mudanças, por mais difícil que seja, toda mudança acontece na espera de um resultado satisfatório. Por isso, não devemos nos submeter a simples metodologias tradicionalistas, é preciso estar atento e sempre em formação continuada. Penso que minha prática como professor que é aprendiz é um pouco vazia e ao mesmo tempo saturada, vazia por ter concretizada apenas uma formação inicial e universitária, não tendo oportunidade, apesar de muita vontade de continuar a estudar, a buscar, e saturada, por a rodo momento está ambientalizada por espaços de informação que enriquecem o meu trabalho, procuro o novo que de certo a realidade inserida de forma que não retarde o conhecimento dos alunos e apenas aprimore e motivem os a querer sempre mais, pois vejo que a busca constante é a verdadeira formação que qualquer um envolvido na educação possa ter, seja discente ou docente. Neste sentido, o ideal é que a escola como um todo e eu como profissional me organize para que essa conexão ao mundo digital não seja meramente algo lançado e sim arquivado e que tenha sentido ao cotidiano.
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